A vida de D. Luciano foi uma “perfeita posse”. Toda e ao mesmo tempo. De quê?
De uma vida interminável de amor, de caridade, de dom de si. Se a eternidade
é isso, ele já é eternidade. Confirma com a vida, o que o teólogo J. Ratzinger
em tempos idos escrevia: “todo amor quer eternidade – o amor de Deus não só a deseja, como a realiza e é”.
E recentemente, na qualidade de Papa, escreve na Encíclica Deus caritas
est: “o amor promete infinito, eternidade – uma realidade maior e totalmente
diferente do dia-a-dia da nossa existência”, “o amor visa a eternidade”. Assim
vive D. Luciano à luz do agape-eternidade no seguimento de Jesus a serviço dos irmãos, fazendo tudo, como reza o seu emblema episcopal: In nomine Jesu.
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